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Olá, pessoas! Conheçam o In Berrini. Uma excelente oportunidade para investir na região próxima à Berrini, atrás ali da Etna. Um lugar mais tranquilo, porém perto de um dos maoires centros de negócios de São Paulo. São apartamentos de 1 e 2 dorms, com metragens de 49 a 133 m².

Aqui ao lado, temos um decorado de 49 m². Uma graça de apartamento para quem quer morar perto de onde trabalha. Investimento com retorno garantido, não acham?

E a sala de Pilates? Sensasional! Olha que decoração maravilhosa. Bom, gente, vale a pena conhecer. Quando tiver decorados, eu aviso!

E vamos em frente!

Olá, pessoal! Pois é! Acabou Max Haus Vila Leopoldina II. Loucura, né? Pois é! Atendi clientes muito queridos neste dia!

Agora, minha gente: MAX HAUS ITAIM!!! Quem vai querer, fala comigo rápido, super fast, porque só tem uma torre!!! E o projeto é um pouquinho diferente! Aguarde por novidadesss!!!

E como eu sempre digo: beijo, me liga!!!

MAX HAUS – LANÇAMENTO!!! 28/11!!!

Pessoal, é o seguinte: lançamento do MaxHaus Vila Leopoldina no sábado, 28/11. Clientes queridos, estejam lá às 6h da manhã, sem falta!!! Não percam a oportunidade deste investimento!

Até lá!!!

Corrente MaxHaus = desconto para você!

Bom, o lançamento está aí! DIA 28/11. Quem quiser Max Haus Vila Leopoldina tem que correr para reservar!

Tenho uma novidade para meus clientes: quem indicar 2 ou mais amigos que também comprem MaxHaus, eu brigo por um desconto! Vamos lá! Indiquem essa maravilha para seus amigos!

Beijo, me liga! Me liga messssmo! E reserva!

Gente, olha só que tudo! E a cobertura? Afe! Tudo de bom!

Mais uma sobre o Max Haus!

 
ELE VAI REINVENTAR SUA CASA

O empresário José Paim de Andrade lança o MaxHaus, o apartamento no qual quem desenha a planta é o proprietário

JOAQUIM CASTANHEIRA

* O MAXCLÉ: um controle remoto para travar e destravar a porta
  A MAXDOOR

“Vivemos na era da personalização. A Nike e a Apple já perceberam. O setor imobiliário, não”
JOSÉ PAIM DE ANDRADE, controlador da MaxCap

Há séculos, casas e apartamentos são iguais. Com pequenas variações, obedecem a um padrão quase imutável, divididos em sala, cozinha, banheiros e dormitórios. “Nós vivemos na era da personalização”, afirma José Paim de Andrade Filho, principal acionista da Max- Cap, uma empresa de projetos imobiliários no valor de R$ 2 bilhões. “As pessoas querem exclusividade e empresas de vários setores já entenderam isso. A Nike oferece essa possibilidade. A Apple oferece essa possibilidade. O setor imobiliário, não.” Paim mastigou essas idéias nos últimos dois anos e, daí, surgiu o MaxHaus, um conceito de apartamentos no qual o proprietário desenha sua própria planta. Até agora, Paim desembolsou R$ 50 milhões no desenvolvimento do projeto e na compra de terrenos. Nos próximos seis meses, ele pretende lançar sete prédios com a marca MaxHaus. O primeiro deles será erguido no Jardim Anália Franco, o pedaço nobre da zona leste de São Paulo. Até o final de 2009, serão quatro mil apartamentos colocados no mercado, inclusive em outras cidades como Porto Alegre, Rio de Janeiro, Campinas e Salvador.

ESPAÇO PARA PREENCHER: a planta do MaxHaus como é entregue e sugestões de decoração, como a de Marina Person, VJ da MTV (ao lado)

Cada unidade custará entre R$ 150 mil e R$ 300 mil, dependendo da cidade e do bairro onde esteja localizado. Aos olhos do consumidor, o que diferenciará o MaxHaus será o imóvel que ele receberá: um amplo salão de 70 metros quadrados com apenas quatro paredes erguidas em seu interior, aquelas que delimitam o banheiro. O restante é um espaço aberto. Onde colocar as paredes divisórias (padronizadas e pré-moldadas) é uma decisão do futuro morador – se ele não preferir criar um grande loft. Se quiser, ele pode contratar a própria empresa de Paim para fazer o serviço. “Se precisar, é possível redesenhar o imóvel rapidamente, criando um outro quarto porque nasceu um filho, ou montando um escritório que ele não previa”, afirma Paim. O acabamento, porém, é esmerado. O piso é de cimento queimado, uma mistura de concreto com pó de mármore, que escurece e dá um leve brilho ao material. Paredes e chão do banheiro são revestidos de mármore italiano. Tanto a cuba como o tampo da pia são de cristal. Janelas panorâmicas garantem uma boa iluminação natural. A porta de entrada, cujo desenvolvimento consumiu R$ 500 mil, merece um capítulo à parte. Com vedação acústica, ela se abre por contato digital ou um aparelho de controle remoto.

Paim reuniu um time de gente conhecida para colocar seu projeto em pé. O design das áreas comuns ficou a cargo de Gustavo Índio da Costa. Sérgio Santana cuidou do paisagismo. Washington Olivetto é o responsável pela criação publicitária. A Tok & Stock reservou um espaço exclusivo em uma de suas lojas com sugestões de decoração interna. A loja também desenvolverá móveis para uso específico nos apartamentos MaxHaus. Há uma profunda lógica empresarial na criação do conceito. A criação de uma marca e de um modelo único traz uma redução de custos na aquisição de materiais e nos investimentos em publicidade. “Não preciso fazer propaganda de cada empreendimento”, diz Paim. “Posso fazer um único anúncio oferecendo apartamentos de dez prédios.”

MAX

Decorado

Gente, não perde tempo, não! Garante o seu Max Haus Vila Leopoldina antes que seja tarde! Vamos investir, morar, seja lá o que for. O lançamento será dia 28/11. Tem que chegar às 6 da manhã e me procurar: BARBARELLA!!!

Andalus

Spa do empreendimento

Nossa, esse Cyrela é fantástico! Tão fantástico e encantador que a primeira fase, o Menara, foi vendido para pessoas que nem estavam à procura de um apartamento. Investidores, apostem no Andalus. Um empreendimento colado ao Hospital Albert Einstein e ao estádio do Morumbi. A arquitetura moura, o conceito ousado, com características singulares, o transformam num projeto absolutamente inovador, integrando ambientes internos e externos, com muito charme e beleza. Serão apartamentos maisons, giardinos, padrão e duplex, de 45 a 131 m². Para saberem mais desta maravilha, falem comigo! Estou esperando, hein?

 

Vila Leopoldina cresce!

Gente, eu achei essa matéria interessante! Vejam:

Os tradicionais galpões da região dão lugar a lançamentos residenciais de alto padrão.

Fonte: Gazeta MercantilVila Leopoldina

A primeira guerra mundial causou impactos que foram muito além das fronteiras criadas pelas trincheiras e bombardeio. No inicio do século 20, São Paulo recebeu milhares de imigrantes, o que acabou por impulsionar o crescimento da cidade. O distrito da Lapa, por exemplo, expandiu seus limites com a criação da Vila Anastácio, urbanizada em 1919, e da vila Ipojuca. A partir de 1920, a empresa de urbanização Cia City deu inicio aos loteamentos do Alto da Lapa e da Bela Aliança.

A Vila Leopoldina, por sua vez, foi dividida em lotes em 1926. Quatro anos depois, as indústrias, principalmente as metalúrgicas, começaram a se fixar no bairro. Em 1966, foi a vez do Ceasa – que deu origem ao atual CEAGESP – se instalar na região, o que atraiu a construção de galpões nos arredores.

Hoje o bairro está sendo redescoberto pelo mercado imobiliário. Segundo Luiz Fernando Lucho do Valle, presidente da Ecoesfera, há dois anos, o metro quadrado custava R$ 2,2 mil, valor que agora chega a quase R$ 3,7 mil. Mesmo os preços tendo dobrado, ele ainda são atrativos quando comparados com os preços de regiões com Alto de Pinheiros e Alto da Lapa. “Nos últimos tempos, houve uma enorme valorização do bairro. Antes as construções ficavam concentradas na Rua Carlos Weber, enquanto a Avenida Imperatriz Leopoldina era voltada para o comércio popular”, conta Lucho do Valle. “De todos os bairros, a Vila Leopoldina é que o tem a maior perspectiva de crescimento”, acredita.

INVESTIMENTOS

Segundo dados do Sindicato das Empresas de Compra, Venda, Locação e Administração de Imóveis Residenciais e Comerciais de São Paulo (Secovi – SP), em 2006, foram lançadas 494 unidades na Vila Leopoldina. No ano seguinte, houve uma leve queda para 428 imóveis. Já em 2008, houve um aumento de 127%, para 540 empreendimentos, todos de quatro dormitórios.

Por causa da valorização do bairro, os preços dos apartamentos também aumentaram. Em 2006, um imóvel com quatro quartos custava R$ 336 mil, dois anos depois, passou a custar R$ 540 mil. Isso se deve também ao aumento da área útil, que passou de 158 m² em 2006 para 161 m², no ano passado.

Uma das incorporadoras que tem a Vila Leopoldina como um dos principais focos de investimento no momento é a MaxCasa, responsável pela linha de empreendimentos MaxHaus. Isso porque, segundo Luiz Henrique de Vasconcelos, diretor de operação da empresa, o público-alvo da construtora, que é formado por jovens de idade ou pessoas com “espírito jovem”, gosta de bairros novos em processo de transformação como esse.

“A região é de fácil acesso e, como as ruas são largas, não há congestionamento. Além disso, está próximo de shopping centers e do parque Villa-Lobos”, enumera Vasconcelos. Os atributos, explica o diretor de operações, fazem com que exista uma demanda vinda, principalmente, da segunda geração de famílias que moram em bairros próximos, como Alto de Pinheiros e Alto da Lapa.

Jardins de Provence Granja Julieta

Fachada do Jardins de ProvenceGente! Fui nessa convenção de lançamento hoje! Esse empreendimento é da Esser. Os apartamentos são fantásticos. As plantas são premiadas e a partir de 121 m². A vista é para Z1. Sabem o que é isso, né? Vista permanente, sem prédios a sua frente. O lazer é completo. Ótimo para famílias! Esse empreendimento será contruído em uma das regiões que mais estão se valorizando em São Paulo, que é aquele “quadrado” entre a Marginal Pinheiros, o Shopping Morumbi, a Ponte Transamérica e a João Dias, que engloba os bairros da Chácara Santo Antônio, Granja Julieta, Vila Cruzeiro, Santo Amaro, próxima dos principais polos de negócios da Zona Sul! Vale a pena conhecer e comprar comigo também: http://www.esser.com.br/empreendimentos/detalhe-empreendimento.asp?idEmpreendimento=30                                                      

Beijo, me liga!!!

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